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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Do Rapaz de Bronze ao museu

Uma aluna do 6º 2 escreveu este texto:


- Estou farta de estar parada. - afirmou a Loisaneta. - As pessoas estão sempre a dizer que tenho um sorriso feio e que a minha história é chata!
- E eu? Dizem que sou uma personagem desfigurada - queixava-se o grito. - e que, quando olham para mim sentem arrepios de medo!
- Eu não tenho que reclamar, sou azul, a cor do céu e do mar - rimava o homem azul - pelos pomares verdes da minha moldura vou voar e é assim que as pessoas me vão adorar.
A Loisaneta, já aborrecida, gracejou:
- Tentas disfarçar o assunto, mas sabes que todos gozam contigo por teres esse chapéu ridículo.
- Ah,ah,ah - riram à gargalhada os outros.
Indignado, o homem azul calou-se.
- Depressa, depressa, todos às suas posições; o guarda vem aí! - alertou a Loisaneta. - O que se passa aqui? Não vos avisei para não saírem dos quadros?- ralhou o guarda Capéu. - Têm sorte que hoje sou eu a fazer a vigilância!
Laurindinha, 6º2






Este texto é de um aluno do 6º1


No museu da cidade - que guardava um segredo - todos os animais, às badaladas da meia-noite, falavam. Os dinossauros, os mamutes e os leões discutiam para ver quem era o mais forte.
Fizeram uma prova.
O leão tinha de derrubar uma árvore e não conseguia, mas o mamute ajudou-o. Era a vez do mamute atravessar uma ponte de madeira, mas como era muito pesado não conseguia. O Rex pôs lá uma árvore e ajudou-o. Finalmente chegou a vez do Rex. Tinha de matar uma formiga, mas a sua pata era muito grande e a formiga tinha espaço para fugir. O leão ajudou-o, matando a formiga.
Eles disseram: somos todos fortes.
Godjunior 6º1